SELETIVIDADE E EFICÁCIA DE HERBICIDAS NO MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO PIPOCA

O milho pipoca é uma cultura de alto valor econômico e, atualmente, com o aprimoramento e popularização de máquinas elétricas e fornos de microondas para o pipocamento, houve aumentos crescentes na produção e consumo. O ensaio foi conduzido no delineamento de blocos casualisados, em esquema fatorial 6 x 5, constituído de seis manejos de plantas daninhas: capinado; sem capina; mesotrione + atrazine (192 g.ha-1 i.a. + 1200 g.ha-1 i.a.); tembotrione + atrazine (120 g.ha-1 i.a. + 1200 g.ha-1 i.a.); nicosulfuron + atrazine (60 g.ha-1 i.a. + 1200 g.ha-1 i.a.); atrazine + S-metolachlor (1665 g.ha-1 i.a. + 1305 g.ha-1 i.a.), e com cinco genótipos de milho pipoca: BRS ANGELA, IAC-112, IAC-125, UNB-2U C4 e Zélia em três repetições. Foram avaliadas as seguintes características: fitotoxidade e controle de plantas daninhas. A fitotoxidade foi avaliada aos 3, 6, 9 e 21 dias após a aplicação (DAA), atribuindo notas de zero (0) (ausência de fitotoxidade) até cem (100%) (morte das plantas) de acordo com o proposto por Frans (1972). O controle de plantas daninhas foi determinado aos 3, 6, 9 e 21 (DAA), atribuindo notas de zero (0%) (ausência de controle) até cem (100%) (controle total). De acordo com os dados obtidos, os herbicidas que causaram maior fitotoxidade foi o mesotrione + atrazine. O genótipo mais sensível aos herbicidas foi o UNB-2U C4. O manejo que obteve maior controle foi o capinado e o tratamento químico de maior eficácia foi o nicosulfuron + atrazine.