CONTROLE QUÍMICO DE AMARANTHUS DEFLEXUS E CHAMAESYCE PROSTRATA NAS ÉPOCAS SEMI ÚMIDA E ÚMIDA NA CULURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

Objetivo-se estudar a eficácia de herbicidas aplicados nas épocas semi úmida ou úmida para o controle em pré ou pós emergência de Amaranthus deflexus L. e Chamaesyce prostrata (Ait.) Small na cultura da cana-de-açúcar colhida mecanicamente sem queima da palha. O experimento foi desenvolvido no período de setembro de 2008 a março de 2009, em área de produção comercial de cana-de-açúcar localizada no município de Pradópolis, SP – Brazil. Foram avaliados 13 tratamentos de herbicidas e duas testemunhas sem aplicação. Na época semi úmida (setembro de 2008) foram aplicados em pré emergência os herbicidas sulfentrazone (900 g.ha-1), amicarbazone (1400 g.ha-1), imazapic (210 g.ha-1), sulfentrazone + amicarbazone (600 + 560 g.ha-1), sulfentrazone + imazapic (600 + 70 g.ha-1), amicarbazone + imazapic (560 + 70 g.ha-1). No dia 07 de dezembro de 2008 (na época úmida) foi realizada a aplicação em pós emergência de mesotrione (120; 192 e 240 g.ha-1) e da associação destas três dosagens com 1500 g.ha-1 de atrazine, além de mesotrione (120 g.ha-1) mais diuron + hexazinone (702 + 198 g.ha-1). O mesotrione sozinho, nas três doses estudadas, não foi eficaz no controle das plantas daninhas. Porém, independente da dose, a sua associação com atrazine ou diuron + hexazinone resultou em excelente controle de A. deflexus e C. prostrata. O mesmo foi observado para os herbicidas pulverizados na época semi úmida, exceto para imazapic, cujo controle de C. prostrata decresceu a partir dos 117 dias da sua aplicação.